John Galliano foi o último, se desconsiderarmos a massa pedestre que a cada segundo comete o extermínio de sua parte mais baixa - e sem falar também no deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), cuja base de sustentação já virou queijo suíço e não se sabe o que é preciso mais para ele cair. Aquela noite, no Marais, Galliano era o Clint Eastwood na trilogia dos dólares de Sérgio Leone - o cavaleiro solitário que bebe num canto do saloon, impassível, o rosto sem expressão, o gesto sem desperdício, o copo à sua frente. A diferença é que, nesse caso, o cavaleiro é que deve ter ficado amarrado na porta do bar.
sábado, 21 de maio de 2011
TIRO NO PÉ!
John Galliano foi o último, se desconsiderarmos a massa pedestre que a cada segundo comete o extermínio de sua parte mais baixa - e sem falar também no deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), cuja base de sustentação já virou queijo suíço e não se sabe o que é preciso mais para ele cair. Aquela noite, no Marais, Galliano era o Clint Eastwood na trilogia dos dólares de Sérgio Leone - o cavaleiro solitário que bebe num canto do saloon, impassível, o rosto sem expressão, o gesto sem desperdício, o copo à sua frente. A diferença é que, nesse caso, o cavaleiro é que deve ter ficado amarrado na porta do bar.
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